Maria Zulmira Castanheira

Maria Zulmira Castanheira is Assistant Professor in the Department of Modern Languages, Cultures and Literatures at the Faculty of Social and Human Sciences, Nova University Lisbon, Portugal, where she teaches English Literature, Translation Studies and Anglo-Portuguese Studies, coordinates the undergraduate programme in Translation and co-coordinates the inter-university Doctoral Programme in Translation Studies (Universidade Católica Portuguesa, Universidade de Lisboa and Universidade Nova de Lisboa). She has been a researcher at CETAPS since 1981 and at present she coordinates the «Anglo-Portuguese Studies» research area. She holds an MA and a PhD in Anglo-Portuguese Studies (title of MA dissertation: Para o retrato de Robert Southey — a visão de Portugal; title of PhD dissertation: A Grã-Bretanha na imprensa periódica do Romantismo português: imagens polimórficas, 4 volumes). Her research concentrates mainly on eighteenth and nineteenth century Anglo-Portuguese historical, literary and cultural relations. She has written extensively on British travel writing on Portugal and on the reception of British culture in the periodical press of Portuguese Romanticism. She is particularly interested in Anglo-Portuguese Studies, Travel Writing, English Literature and Culture,  Translation Studies and Imagology.

 

Publications:

“Spellbinding Portugal: Two British Women’s Travel Voices (Mid-twentieth Century)”. Revista de Estudos Anglo-Portugueses 27 (2018): 295-312.

““We Missed Caparica”: a experiência educativa do estrangeiro em The Young Traveller in Portugal (1955)”. Revista de Estudos Anglo-Portugueses 26 (2017): 229-256.

“Here-and-there-ing in Portugal in 1929: The Perspective of an American “impression-gatherer”. Interdisciplinary Journal of Portuguese Diaspora Studies. Vol. 4.2 (2015), “Neither Here nor There, Yet Both: The Luso-American Experience”. Special Issue. Guest Editors: Margarida Vale de gato, Teresa Alves, Rui Azevedo, Teresa Cid, and Isabel O. Martins. 312-333.

“The Victorian Traveller as Other: Stereotypes and Humour in the Periodical Press of Portuguese Romanticism.” Revista de Estudos Anglo-Portugueses 24 (2015): 187-204.

“Representations of Elizabeth I in the Periodical Press of Portuguese Romanticism: flattering and derogatory portrayals”. Revista de Estudos Anglo-Portugueses 23 (2014): 299-318. http://hdl.handle.net/10362/14710

“Representações de Lisboa na literatura de viagens britânica anterior ao Terramoto: uma visão panorâmica”. Lisboa e os Estrangeiros/Lisboa dos Estrangeiros até ao Terramoto de 1755. Coordenação de Maria João Pacheco Ferreira, Pedro Flor e Teresa Leonor M. Vale. Lisboa: Grupo Amigos de Lisboa e Fundação das Casas de Fronteira e Alorna, 2013. 57-72.

“Retrato da sociedade portuguesa num relato britânico da primeira metade de Oitocentos: do desenho à palavra.” From Brazil to Macao. Travel Writing and Diasporic Spaces.Editors: Alcinda Pinheiro de Sousa, Luísa Flora e Teresa Malafaia. Lisbon: University of Lisbon Centre for English Studies/Centro de Estudos Anglísticos da Universidade de Lisboa, 2013. 335-347.

“O papel mediador da imprensa periódica na divulgação da cultura britânica em Portugal ao tempo do Romantismo (1836-1865): matérias e imagens.” Entre Classicismo e Romantismo. Ensaios de Cultura e Literatura. Organização de Jorge Bastos da Silva e Maria Zulmira Castanheira. Col. Studies in Classicism and Romanticism 2. Porto: FLUP/CETAPS, 2013. 76-106. ISBN: 978-989-8648-11-2. URL: http://ler.letras.up.pt/site/default.aspx?qry=id022id1304id2626&sum=sim

“Joseph-Barthélemy-François Carrère’s Tableau de Lisbonne, en 1796 (1797) in English Translation”. inTRAlinea Special Issue: Travel Writing and Translation, 2013. http://www.intralinea.org/specials/article/1965

“ “A Dog and Three Englishmen”: Representations of the English and of English National Identity in Alexandre Herculano’s De Jersey a Granville (1843)”. Interrogating Gazes: Comparative Critical Views on the Representation of Foreignness and Otherness. Edited by Monserrat Cots, Pere Gifra-Adroher & Glyn Hambrook. Bern, Berlin, Bruxelles, Frankfurt am Main, New York, Oxford, Wien: Peter Lang, 2013. 67-74.

Spleen: um traço recorrente da representação do inglês-tipo na imprensa periódica do Romantismo português”. “A Scholar for all seasons”: Homenagem a João de Almeida Flor. Organização de J. Carlos Viana Ferreira, Adelaide Meira Serras, Alcinda Pinheiro de Sousa, Alexandra Assis Rosa, Hanna Pięta, Luísa Falcão, Marília Martins Gil, Susana Valdez, Teresa Cid, Teresa de Ataíde Malafaia. Lisboa: Centro de Estudos Anglísticos da Universidade de Lisboa / Departamento de Estudos Anglísticos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, 2013.741-757.

“Ver e admirar: a viagem de formação de José Félix Henriques Nogueira a Inglaterra em 1853.” Revista de Estudos Anglo-Portugueses21 (2012): 141-155.

“A terceira invasão francesa de Portugal na obra de Robert Southey: exaltação dos portugueses e demonização do inimigo francês”. A Guerra Peninsular em Portugal (1810-1812). Derrota e Perseguição. A Invasão de Masséna e a Transferência das Operações para Espanha. Actas do XX Colóquio de História Militar. Lisboa 15-18 Novembro 2011. Coordenação científica de António Pedro Araújo Pires Vicente. 2 vols. Lisboa: Comissão Portuguesa de História Militar, 2012. 577-588.

“Portugal ao tempo da primeira invasão francesa: o testemunho de uma inglesa residente no Porto”. Actas do Congresso Histórico «Olhão, o Algarve & Portugal no tempo das Invasões Francesas», 14-15-16 de Novembro 2008, organização do Município de Olhão e do Centro de Estudos de Património e História do Algarve (CEPHA) da Universidade do Algarve. Olhão: Município de Olhão, 2011. 55-72.

“Ecos de Presenças Portuguesas Além-Mancha na Imprensa Periódica do Romantismo Português: Auto-estima e Autocrítica”. Revista de Estudos Anglo-Portugueses 20 (2011): 261-324.

“ “Speaking Portuguese and writing English”: representações de Portugal na obra de Robert Southey”. Diálogos Interculturais: Os Novos Rumos da Viagem. Coordenação de Clara Sarmento. Porto: Vida Económica, 2011. 143-151.

“Troca de olhares entre Portugal e a Inglaterra na literatura de viagens da segunda metade do século XIX: Lady Jackson e Eduardo Coelho.” Dedalus. Revista Portuguesa de Literatura Comparada 14-15 (2010-2011): 391-408.

“Por que razão está Portugal em Guerra, e do lado da Grã-Bretanha? George Young. Portugal Old and Young: An Historical Study. Oxford: at the Clarendon Press, 1917.”Regicídio e República: Olhares Britânicos e Norte-Americanos. Casal de Cambra: Caleidoscópio, 2010. 265-287.

“Philadelphia Stephens e a controvérsia em torno de Letters from Portugal, on the late and present state of that kingdom (1777).” Pombal e o seu Tempo. Coordenação de João Paulo Pereira da Silva. Casal de Cambra: Caleidoscópio, 2010. 69-82.

“A Grã-Bretanha nos anúncios da imprensa periódica do Romantismo português: “Fieis thermometros, que marcam a mudança dos costumes.” Revista de Estudos Anglo-Portugueses 19 (2010): 205-233.

“Joseph James Forrester, defensor do Douro: a obra do “estrangeiro-portuguez”. Famílias Inglesas e a economia de Portugal. Publicações da Fundação Robinson 4. Portalegre: Fundação Robinson, 2010. 74-99.

“Os Precipícios do Génio: Imagens de Byron na Imprensa Periódica do Romantismo Português”. O Rebelde Aristocrata. Nos 200 Anos da Visita de Byron a Portugal. Organização de Maria Zulmira Castanheira e Miguel Alarcão. Porto: Universidade do Porto, Faculdade de Letras, Centre for English, Translation and Anglo-Portuguese Studies, Studies in Classicism and Romanticism 1 (2010): 24-41. (Web <http://ler.letras.up.pt/site/default.aspx?qry=id03id1304id2302&sum=sim> e <http://ler.letras.up.pt/uploads/ficheiros/7802.pdf>) ISSN: 1647-676X; ISBN: 978-972-8932-57-2).

“Apresentação”, por Maria Zulmira Castanheira e Miguel Alarcão. O Rebelde Aristocrata. Nos 200 Anos da Visita de Byron a Portugal.Organização de Maria Zulmira Castanheira e Miguel Alarcão. Porto: Faculdade de Letras da Universidade do Porto/Centre for English, Translation and Anglo-Portuguese Studies, Studies in Classicism and Romanticism 1 (2010): 4-6 (Web <http://ler.letras.up.pt/site/default.aspx?qry=id03id1304id2302&sum=sim> e <http://ler.letras.up.pt/uploads/ficheiros/7802.pdf>) (ISSN: 1647-676X; ISBN: 978-972-8932-57-2).

“ “The best laid schemes sometimes turn out the worst”: Robert Southey’s Success and Failure”. Via Panorâmica. Revista Electrónica de Estudos Anglo-Americanos / An Electronic Journal of Anglo-American Studies, II Série, 2 (2009): 89-100. ISSN: 1645-9652.

“A primeira campanha do exército britânico em Portugal ao tempo da Guerra Peninsular, recordada pelo militar inglês George Thomas Landmann: ou, da escrita memorialística como lugar de registo do cruzamento do eu com a História”. Revista de Estudos Anglo-Portugueses 18 (2009): 135-148.

“Conhecer a Visão Britânica”. Revista Itinerante. Divulgação Histórica e Cultural 1 (Nov. 2009-Fev. 2010): 36-40.

“A Ciência Britânica em Notícia na Imprensa Periódica Portuguesa do Romantismo (1836-1865)”. Letras & Ciências. As Duas Culturas de Filipe Furtado. Livro de Homenagem. Organização de Carlos Ceia, Miguel Alarcão e Iolanda Ramos. Casal de Cambra: Caleidoscópio, 2009. 479-492.

“A Literatura Inglesa na Imprensa Periódica Portuguesa do Romantismo”. Revista de Estudos Anglo-Portugueses 17 (2008): 127-254. http://hdl.handle.net/10362/4388

“As Invasões Francesas: testemunhos britânicos”. Um general que chega, um príncipe que parte, um país que resiste. Portugal 1807-1808. Actas do X Curso de Verão da Ericeira. Ericeira: Mar de Letras Editora, 2008. 129-144.

“Portugal, a visão de um militar inglês: George Thomas Landmann”. A Guerra Peninsular: Perspectivas Multidisciplinares. Actas do Congresso Internacional e Interdisciplinar Evocativo da Guerra Peninsular, Integrando o XVII Colóquio de História Militar nos 200 Anos das Invasões Napoleónicas em Portugal. Lisboa: Comissão Portuguesa de História Militar e Centro de Estudos Anglo-Portugueses, 2008. 29-38.

“O «aborrecido lavor de traduzir»: Camilo Castelo Branco, tradutor de Lady Jackson”. Revista de Estudos Anglo-Portugueses 16 (2007): 119-134.

“Robert Southey, History of the Peninsular War”.  A Guerra Peninsular em Portugal. Relatos Britânicos. Coordenação de Maria Leonor Machado de Sousa. Casal de Cambra: Caleidoscópio, 2007. 11-43.

“A Grã-Bretanha na obra do romântico Francisco Maria Bordalo: imagens e referências”. Novos Caminhos da História e da Cultura. Actas do XXVII Encontro da APEAA (Associação Portuguesa de Estudos Anglo-Americanos). Org. de Carlos Ceia e Isabel Lousada. Lisboa: Faculdade de Ciências Sociais e Humanas/Centro de Estudos Anglo-Portugueses, 2007. 615-637.

“Prefácio”. A Formosa Lusitânia. Portugal em 1873, de Lady Jackson. Tradução e notas de Camilo Castelo Branco. Casal de Cambra: Caleidoscópio, 2007. XI-XXV.

“«O abstruso idioma de Shakespeare e Byron». Para a imagem da língua inglesa na imprensa periódica do Romantismo português”.Estudos Anglo-PortuguesesLivro de Homenagem a Maria Leonor Machado de Sousa. Org. de Carlos Ceia, Isabel Lousada e Maria João da Rocha Afonso. Lisboa: Edições Colibri / Faculdade de Ciências Sociais e Humanas / Centro de Estudos Anglo-Portugueses, 2003. 91-108.

“Do Trono ao Cadafalso — Anne Boleyn, Lady Jane Grey e Mary Stuart na imprensa periódica portuguesa do Romantismo”. Actas do I Congresso Internacional de Estudos Anglo-Portugueses. (Lisboa, 6-8 de Maio de 2001). Lisboa: Centro de Estudos Anglo-Portugueses / Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, 2001. 629-643.

“Robert Southey, viajante e lusófilo”. Romantismo. Imagens de Portugal na Europa romântica. Comunicações apresentadas ao II Congresso Internacional de Sintra sobre o Romantismo, 23 a 26 de Setembro de 1987. Sintra: Instituto de Sintra, 1998. 135-141.

“Robert Southey, o primeiro lusófilo inglês”. Revista de Estudos Anglo-Portugueses 5 (1996): 59-120. http://hdl.handle.net/10362/4368

“Portugal: uma barbárie de pitorescas paisagens (Joseph Oldknow e John Mason Neale, dois ingleses entre nós em meados do século XIX)”. Revista de Estudos Anglo-Portugueses 3 (1994): 31-73.

“O relato de viagem de Costigan sobre Portugal”. Revista de Estudos Anglo-Portugueses 2 (1992): 79-104.

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